Professor Guilherme Leite de Oliveira
O Fly Board é um esporte que vem crescendo em todo o mundo, ele é bem
atual, e cada vez mais vem ganhando o mundo, não só competitivamente como
sendo um lazer e ao mesmo tempo uma aventura, de ‘andar sobre a água’ e a
possibilidade de poder fazer manobras incríveis.
O Fly Board e o Hoverboad foram inventados por um piloto que participou de
competiçôes de jet ski, Franky Zapata, que chegou até ser campeão pela RUN F1,
ele fabricou por muito tempo jetskis, e finalmente, em 2011, inventou o Flyboard, o
que demorou alguns anos para finalmente ser concluído. O Fly Board se trata de
uma prancha, que é conectada a um tubo que resiste a alta pressão, é acoplada a
turbina do Jet ski, que acaba funcionando como uma bomba d’água. A turbina não
impulsiona o Jet ski para frente, ele apenas manda pressão para debaixo da
prancha, que por sua vez, ao receber o impulso é jogada para cima.
EQUIPAMENTOS
A pressão que a bomba direciona a água para o Fly Board, impulsiona- o para
cima, e quando o usuário, muda a direção do aparelho a pessoa é direcionada
diretamente para esta mesma direção.
O cano tem um alcance de metros, por motivos de segurança e a altura é
controlada com o Jetpack.
Assim como o equipamento Fly Board, o Jetpack é muito moderno, e trás
neles uma tecnologia de primeiro nível, com algumas partes transparentes e design
ultramoderno. Ele possui um cinto de segurança de 5 pontos fabricado por uma
empresa parceira da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), trazendo toda
modernidade deste novo esporte e a segurança de um carro. Ele tem um botão que
libera a pressão por impacto do dedo. Os comandos ficaram sob o braço, para assim
permitir uma maior mobilidade sobre água.
Inspirado com base em filmes, desenhos e jogos, o Hoverboard é um
equipamento hidro-alimentado, que dá a oportunidade aos usuários de “voar” da
forma que quiser sobre a água. Ligado a turbina de VNM por um cano, que tem de
média 18 a 23 metros, assim sendo ele se direciona facilmente e alcança a altura de
até 8 metros e uma velocidade de mais ou menos 40 km/h.
Para montar o equipamento é bem simples: o direcionador da turbina é
retirado e outro, que vem junto com o kit, é implantado em seu lugar para o encaixe
do cano. Com as mais simples instruções qualquer pessoa já pode começar a
praticar este novo esporte.
BENEFÍCIOS
O Fly Board é um esporte muito benéfico quando o assunto é stress, já que o
praticando você tem um direto contato com a natureza, e ele é rodeado de diversão,
pois pelos praticantes não serem profissionais, as quedas são inevitáveis, fazendo
dele uma brincadeira divertida entre amigos e familiares.
O Fly Board e o Hoverboard também são interessantes quando o assunto é
consciência corporal, equilíbrio e força, já que são necessárias estas três
capacidades físicas para executá-lo com mais precisão e perfeição.
Competitivamente ele é muito importante também, pois revela novos talentos
e abre uma nova área dentro dos esportes competitivos.
INTRODUÇÃO NA ESCOLA
O Fly Board pode ser adaptado para alunos em uma versão mais fácil de ser
controlado e com um limite de altura menor do que o profissional. Ele pode ser
apresentado aos alunos em um passeio de escola, e com esta adaptação pode ser
possível proporcioná-los esta experiência.
Como uma outra adaptação, já na escola, pode colocar um equipamento de
Fly Board adaptado, com um desenho parecido, mas motorizado como por exemplo
é o touro mecânico, assim, com os equipamentos semelhantes , poderia fazê-los
sentir como é “voar” em um Fly Board, e sendo controlado por um instrutor,
trabalharia o equilíbrio, força e a consciência corporal para se manter estável em
cima do Fly Board, com segurança, e assim tornando uma atividade completamente
sadia.
FLY BOARD COMO MATÉRIA AVALIATIVA
Como uma matéria avaliativa, pode-se trazer à escola estudando como a
funciona a mecânica dos equipamentos, avaliando os movimentos dos atletas e
entendendo a exigência corporal para praticá-lo.
O Fly Board é um esporte novo, mas que veio pra ficar, já é muito falado e os
holofortes estão virados pra ele. Como um esporte radical ele pode ser inserido na
escola, com a prática ou com aulas teóricas.
REFERÊNCIAS
http://www.pronautica.com.br/Fly_Board/fly_board.htm#
https://en.wikipedia.org/wiki/Franky_Zapata
http://www.jetski-tenerife.com/en/flyboard/
http://www.h2romagazine.com/flyboard-north-american-championship
terça-feira, 24 de maio de 2016
ESPORTES RADICAIS - RAFTING
Professor William Veloso da Silva
Esportes Radicais são práticas esportivas que podem ser consideradas
formais e informais, vivenciadas a partir de sensações, sentimentos e emoções,
onde o que prevalece são condições de riscos calculados, podendo ser realizados
em ambientes artificiais que não comprometam a sustentabilidade e/ou no próprio
ambiente natural (florestas, rios, praias etc). Apesar de existir a muito tempo, se
consolidou e começou realmente ser estudado pela educação física em meados do
século XX e inicio do século XXI (PEREIRA et al., 2008; AURICCHIO, 2008).
O Rafting por exemplo, é uma atividade praticada em corredeiras de rios com
botes que comportam de cinco a dez pessoas e que necessita da coordenação das
remadas e do entendimento de todos os praticantes durante as quedas dos rios,
para que se obtenha sucesso na atividade, acabando por promover sensações
únicas de cooperação e trabalho em equipe, pois, a cada descida, as quedas do rio
estão diferentes, seja pelo volume de água, seja pelo posicionamento do bote,
tornando a aventura sempre cheia de surpresas e necessidade de adaptação
(CARNICELLI FILHO, 2005). O objetivo deste trabalho é apresentar a modalidade Raftng como instrumento
na educação ambiental, formal e não formal.
1 O QUE É O RAFTING?
O Rafting é um esporte radical aquático onde um grupo de pessoas desce
corredeiras e rios, dentro de um bote inflável, fazendo com que os participantes
melhorem suas capacidades físicas e psicológicas, através de suas habilidades
motoras e psíquicas.
1.1 HISTÓRIA
Sua história remonta a segunda metade do século XIX, quando John Wesley
Powel, em 1869, organizou a primeira expedição registrada. A aventura
aconteceu no rio Colorado, EUA e os barcos utilizados eram de madeira e com
remo central. No começo, as técnicas de condução destas embarcações eram
primárias e, portanto, os praticantes tiveram muitos problemas, como
capotamentos e choques com pedras. Porém, a práticas e as técnicas de Rafting
se desenvolveram com velocidade surpreendente, tanto que, em 1909, apenas
40 anos depois dessa aventura registrada, aconteceu a primeira viagem, com
finalidade comercial, realizada pela Juliu´s Stone´s Grand Canyon
(SOUZA,2004).
1.1 HISTÓRIA
Sua história remonta a segunda metade do século XIX, quando John Wesley
Powel, em 1869, organizou a primeira expedição registrada. A aventura
aconteceu no rio Colorado, EUA e os barcos utilizados eram de madeira e com
remo central. No começo, as técnicas de condução destas embarcações eram
primárias e, portanto, os praticantes tiveram muitos problemas, como
capotamentos e choques com pedras. Porém, a práticas e as técnicas de Rafting
se desenvolveram com velocidade surpreendente, tanto que, em 1909, apenas
40 anos depois dessa aventura registrada, aconteceu a primeira viagem, com
finalidade comercial, realizada pela Juliu´s Stone´s Grand Canyon
(SOUZA,2004).
1.2 RAFTING NO BRASIL
No Brasil, a história do Rafting é bem mais recente e inicia com a chegada,
em 1982, dos primeiros botes para corredeira. Esses botes foram trazidos com a
finalidade de montar a primeira empresa brasileira, a TY-Y Expedições, a qual,
no início, operava no Rio Paraibuna do Sul e Rio Paraibuna, ambos em Três
Rios, RJ. Mas, foi na década de 90 que começaram a surgir novas empresas e
iniciou-se a exploração de outros rios em diversos estados do país (SOUSA,
2004).
2 REGRAS
Dentre as Várias regras existentes, nas mais variadas modalidades dentro do
rafting cito:
2.1 DAS INSCRIÇÕES E EQUIPES
As equipes deverão ser compostas apenas por atletas cadastrados na CBCa
com idade mínima de quatorze anos. Toda equipe será representada, desde o
ato de inscrição até o final do campeonato, pelo respectivo “Chefe”, o qual
assumirá a responsabilidade pelas informações repassadas e pela segurança de
suas respectivas embarcações.
2.1.1 Quantidades de participantes
As equipes poderão inscrever no mínimo seis e no máximo oito atletas
no Campeonato. Cada prova terá a participação mínima obrigatória de seis
atletas.
2.1.2 Designação do chefe
No momento da inscrição cada equipe deverá designar um "Chefe de
Equipe", que responderá oficialmente pela mesma, tendo participação obrigatória
nas reuniões oficiais agendadas pela CBCa.
2.2 ORGANIZAÇÃO
A organização do evento será da Associação filiada local e do Município
Sede, cabendo à CBCa a supervisão do Campeonato.
2.3 CATEGORIAS
Serão abertas três categorias para a disputa do Campeonato Brasileiro:
Masculina: Formada por homens e/ou mulheres.
Feminina: Formada só por mulheres.
Juvenil: Formada por homens/e ou mulheres com idade entre 14 a 18 anos.
2.4 COMANDOS
Os comandos são dados pelo líder que é escolhido no momento da inscrição
da equipe, estes servem para o bom desempenho da equipe desde que seja
bem entendido e bem executado, são esses:
2.4.1 Comandos de ramada
Frente: todos no bote remam em frente, colocando a pá do remo a
aproximadamente 1 metro à frente e puxando até a linha lateral do corpo. É
importante que toda a pá do remo esteja submersa, para que se aumente a
quantidade de água puxada.
Ré: todos no bote remam em ré. Coloca-se a pá do remo
aproximadamente 1 metro atrás da linha lateral do corpo e puxa-se até a
lateral do corpo.
Direita ré: as pessoas do lado direito do bote remam em ré, os da
esquerda em frente. Esse comando realizará a rotação do bote em
sentido anti-horário.
Esquerda ré: as pessoas do lado esquerdo do bote remam em ré, os da
direita em frente. O bote irá gira em sentido horário.
Parou: todos devem parar de remar sem, no entanto, soltar os remos,
principalmente a mão que segura o cabo.
2.4.2 Outros Comandos:
Piso ou fundo: todos devem se ajoelhar ou sentar dentro do bote. Este
comando serve para dar maior estabilidade ao bote (utilizado
geralmente em quedas 22 grandes). Assim como no comando “Parou“,
os praticantes não devem soltar os remos, principalmente o suporte em
forma de T.
Peso à direita ou à esquerda: caso o bote suba de lado em alguma
pedra, os passageiros devem se colocar no lado mais alto do bote.
Quando o bote encalha e tende a virar, deve-se mudar todo o peso
para o lado mais alto do bote.
Scout: caminhar na margem para decidir o melhor percurso. Os
equipamentos básicos para uma prática segura do Rafting são: os
remos (composto por três partes: suporte em formato de T, cano e a
pá, confeccionados em material leve e resistente, são flutuantes e em
caso de emergência pode ser utilizado como equipamento de
segurança e resgate; capacete (produzido em material resistente,
geralmente termoplástico, possui aberturas na calota (parte superior do
capacete) para autodrenagem, regulagem interna de tamanho e
protetores de orelha); colete salva-vidas (desenhado especificamente
para a prática de Rafting, conta com espuma de flutuação, 4 clips de
fixação, fitas de regulagem nas laterais, flutuador de cabeça e reforço
nos ombros para eventuais resgates; botes (feitos de material como
uretano e PVC e de borracha, como hypalon, de tamanho variado entre
12 e 20 pés, que permite de 5 a 12 pessoas; saco de resgate
(equipamento especialmente desenhado para facilitar o transporte e o
arremesso da corda. É composto de um saco de nylon e uma corda
maleável, a qual pode ser de diversos tamanhos) (CARNICELLI
FILHO, 2005)
2.5 EQUIPAMENTOS:
Os equipamentos utilizados no esporte são:
Botes;
Remos;
Capacetes;
Coletes salva- vidas;
Roupa Neoprene;
Calçados;
Cabos de resgate.
3 A IMPORTÂNCIA E OS BENEFÍCIOS DA PRATICA DO RAFITING NA SOCIEDADE.
Existe relação entre lazer e meio ambiente, principalmente através das
Práticas Corporais na Natureza tem uma importância relativamente grande
para a sociedade, e seria muito mais bem aproveitada quando a sociedade
tomasse conhecimento de tal importância.
Citando a pratica do rafiting, as pessoas que procuram o esporte em
busca de novas aventuras e adrenalina, conseguem perceber o quanto a
prática desse esporte auxilia e beneficia seus corpos e suas mentes, fazendo
com que os mesmos tenham uma consciência ambiental maior, tenham um
melhor condicionamento físico, mostrando o quanto é importante para a
sociedade o saber trabalhar em equipe, ou seja, a prática do rafiting traz uma
serie de benefícios para a sociedade, desde que seja praticada de forma
correta e também compreendida através de certo grau de reflexão.
4 INTRODUÇÃO DA PRÁTICA DE RAFITING NA ESCOLA
Nos dias atuais, em meio a tantos acontecimentos catastróficos com relação a
natureza e o meio ambiente, não devemos deixar de conscientizar nossos
alunos sejam eles crianças jovens ou adultos dentro das instituições de ensino,
para que os mesmos possam obter uma visão de preservação e proteção do
meio em que vivemos e que queremos deixar para o nosso futuro.
Através da atividade do rafiting nas escolas podemos trabalhar vários temas
que envolvem o currículo escolar, tais como:
Fauna e Flora;
A importância da mata ciliar;
Mata Atlântica;
Assoreamento;
Erosão das margens;
Desmatamentos;
A importância da água limpa;
Bacia Hidrográfica , entre outras.
4.1 FORMA DE APLICAÇÃO DE CONTEÚDO
A primeira forma de aplicação do rafiting seria na sala de aula, trabalhando
com os educandos a importância do rafiting a ligação que ele tem com a
consciência ambiental dentre outros aspectos. Isso fará com que os educandos
tomem consciência e de tamanha atenção e importância para a atividade.
Em consequência disso, teremos as aulas praticas onde os alunos
primeiramente conhecerão os materiais a serem utilizados na praticado rafiting,
serão apresentados também as regras e comandos para a prática de forma
correta.
Utilizando da criatividade como iniciação prática os alunos farão os
comandos, com o bote apenas no chão de uma sala de aula ou local adequado,
para que os mesmos possam vivenciar de forma prática os tipos de remadas e
movimentos a serem realizados na hora da prática em si.
A escola organizará excursões com os alunos para que os mesmos possam
vivenciar uma descida de corredeira/rio, e terem uma experiência, colocando
em prática tudo aquilo que estava sendo colocado para eles na sala de aula.
Para finalizar, os alunos farão um debate de fechamento de projeto discutindo
tudo aquilo que foi vivenciado no rafiting.
Levando-se em consideração os aspectos mencionados, é imprescindível que
todos se conscientizem de que o esporte radical que trás consigo o contato com
a natureza (citando rafiting) é de grande relevância na formação de cidadãos
com consciência ambiental. É imprescindível que este falte ao currículo escolar,
levando em consideração que o problema ambiental já está alarmante no
mundo todo, correndo sérios riscos de piorar cada vez mais.
REFERÊNCIAS
AURICCHIO, J.Ricardo. Definição de esportes de aventura e esportes radicais pelo
ministério do esporte. Disponível em:
http://catturaventura.blogspot.com.br/2008/02/definio-de-esportes-de-aventurae.html.
Acessado em 28/ABR/2016.
CARNICELLI FILHO, S; SCHWARTZ.G.M. Guias de Rafting: perfil e emoções.
Lécturas educación física y deportes (Buenos Aires). Año 10 - N° 85, 2005.
Disponível em: Acesso em: 28/ABR/2016.
CARNICELLI FILHO, S. Rafting: Emoções e Sensações no Meio Natural. 2005. 50f.
Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Educação Física) – Instituto de
Biociências, Universidade Estadual Paulista – Campus Rio Claro, Rio Claro, 2005.
FILHO, S. Carnicelli. Guia de rafting: perfil e emoções. Disponível em:
http://www.efdeportes.com/efd85/rafting.htm. acessado em 28/ABR/2016.
PEREIRA, Dimitri Wuo; ARMBRUST, Igor; RICARDO, Denis Prado. Esportes
Radicais de Aventura e Ação, conceitos, classificações e características.
Corpoconsciência. Santo André – SP, FEFISA, v. 12, n. 1, 2008, p. 37 – 55
SOUSA, F.R. O imaginário no rafting: uma busca pelos sentidos da aventura, do
risco e da vertigem. 2004. 212 f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) -
Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, 2004.
ESPORTES RADICAIS: Parkour
Professor LUCAS SANTA MARIA
Esporte Radical pode também ser denominado como Esporte de Aventura - sendo que é um esporte que proporciona um maior grau de risco físico, depende de velocidade, dado às condições de altura e outras variantes em que são praticados. Um tipo de esporte radical que contém essas características seria o Parkour, foi fundado por David Belle na França no inicio dos anos 90, ele foi inventado para poder superar obstáculos, nos meios urbanos e naturais, e uma forma de ter auto confiança em si mesmo e aprender a ser cuidadoso. Diz Belle (1990) "Nós treinamos e quando um dia nos deparamos com um problema sabemos que somos capazes de usá-lo. Ele pode ser a arte de voo, de ajudar alguém com um problema."
O Parkour foi inspirado em um método natural da educação física pelo George Hébert. Ele tinha criado percursos para treinamentos militares, usado nos treinos militares franceses, chamado Parcour que significa percurso em francês assim originando o nome Parkour. David Belle se baseou nesse tipo de treinamento para poder colocar no dia a dia e criou movimentos físicos para conseguir se locomover por obstáculos e elementos dos meios rurais e urbanos de um ponto A para um ponto B de uma forma mais eficiente possível. Os praticantes de Parkour são chamados de traceur (significa traçadores de rota) e as praticantes de traceueses (traceur em feminino).
O Parkour no Brasil começou em 2004 não faz muito tempo, começou com pessoas que se identificaram com o esporte e começam a praticá-lo assim criando grupos e dando aulas em parques, praças e locais que tenham muros, corrimãos, escadas e muitos obstáculos pessoas que querem praticar este esporte existe vários sites especificando sobre o assunto. Inserir o Parkour nas escolas seria uma ideia boa pois não chega ser um esporte perigoso se ensiná-lo com segurança e cuidado. A academia Ponto B (uma academia de Parkour de Curitiba que se oficializou em 2012) eles tem um projeto que se chama Parkour na Escola esse projeto e ensinar os alunos habilidades motoras e psicológicas pois vai ajudar em vários aspectos do alunos como seu exterior (obstáculos, distancia, altura e riscos) e do seu interior (medo, capacidade, condicionamento) para conseguirem perceberem seus limites e sua capacidades de rompe-los com o objetivo de não ser apenas uma atividade corporal mais sim também como uma filosofia de vida e um autoconhecimento de você mesmo e até descobrindo habilidades desconhecidas por você mesmo. Os conteúdos que podem ser dados em escolas sobre o Parkour podem ser, a historia do esporte, a influencia do esporte, cenas atuais, técnicas de ultrapassagem de obstáculos, técnicas de salto, aterrisagem e amortecimento, desenvolvimento de habilidades físicas e motoras (flexibilidade, potência muscular, resistência muscular, agilidade, equilíbrio, coordenação, tempo de reação), respeito ao corpo e ao ambiente, aspectos psicológicos (medo, autoestima, autoconfiança, atenção, autocontrole, concentração, motivação, ansiedade, stress, etc.), adaptação de movimentos específicos.
Neste trabalho falamos um pouco sobre um tipo de um esporte radical, o Parkour, contamos um pouco da historia dele e de como inseri-lo no meio escolar e concluímos que este esporte não chega a ser tão perigoso - é saber pratica-lo com cuidado e segurança e que daria sim para inclui-lo nas escolas como aula para os profissionais de educação física e para os futuros alunos deles.
Esporte Radical pode também ser denominado como Esporte de Aventura - sendo que é um esporte que proporciona um maior grau de risco físico, depende de velocidade, dado às condições de altura e outras variantes em que são praticados. Um tipo de esporte radical que contém essas características seria o Parkour, foi fundado por David Belle na França no inicio dos anos 90, ele foi inventado para poder superar obstáculos, nos meios urbanos e naturais, e uma forma de ter auto confiança em si mesmo e aprender a ser cuidadoso. Diz Belle (1990) "Nós treinamos e quando um dia nos deparamos com um problema sabemos que somos capazes de usá-lo. Ele pode ser a arte de voo, de ajudar alguém com um problema."
O Parkour foi inspirado em um método natural da educação física pelo George Hébert. Ele tinha criado percursos para treinamentos militares, usado nos treinos militares franceses, chamado Parcour que significa percurso em francês assim originando o nome Parkour. David Belle se baseou nesse tipo de treinamento para poder colocar no dia a dia e criou movimentos físicos para conseguir se locomover por obstáculos e elementos dos meios rurais e urbanos de um ponto A para um ponto B de uma forma mais eficiente possível. Os praticantes de Parkour são chamados de traceur (significa traçadores de rota) e as praticantes de traceueses (traceur em feminino).
O Parkour no Brasil começou em 2004 não faz muito tempo, começou com pessoas que se identificaram com o esporte e começam a praticá-lo assim criando grupos e dando aulas em parques, praças e locais que tenham muros, corrimãos, escadas e muitos obstáculos pessoas que querem praticar este esporte existe vários sites especificando sobre o assunto. Inserir o Parkour nas escolas seria uma ideia boa pois não chega ser um esporte perigoso se ensiná-lo com segurança e cuidado. A academia Ponto B (uma academia de Parkour de Curitiba que se oficializou em 2012) eles tem um projeto que se chama Parkour na Escola esse projeto e ensinar os alunos habilidades motoras e psicológicas pois vai ajudar em vários aspectos do alunos como seu exterior (obstáculos, distancia, altura e riscos) e do seu interior (medo, capacidade, condicionamento) para conseguirem perceberem seus limites e sua capacidades de rompe-los com o objetivo de não ser apenas uma atividade corporal mais sim também como uma filosofia de vida e um autoconhecimento de você mesmo e até descobrindo habilidades desconhecidas por você mesmo. Os conteúdos que podem ser dados em escolas sobre o Parkour podem ser, a historia do esporte, a influencia do esporte, cenas atuais, técnicas de ultrapassagem de obstáculos, técnicas de salto, aterrisagem e amortecimento, desenvolvimento de habilidades físicas e motoras (flexibilidade, potência muscular, resistência muscular, agilidade, equilíbrio, coordenação, tempo de reação), respeito ao corpo e ao ambiente, aspectos psicológicos (medo, autoestima, autoconfiança, atenção, autocontrole, concentração, motivação, ansiedade, stress, etc.), adaptação de movimentos específicos.
Neste trabalho falamos um pouco sobre um tipo de um esporte radical, o Parkour, contamos um pouco da historia dele e de como inseri-lo no meio escolar e concluímos que este esporte não chega a ser tão perigoso - é saber pratica-lo com cuidado e segurança e que daria sim para inclui-lo nas escolas como aula para os profissionais de educação física e para os futuros alunos deles.
MotoCross
Professor Felipe Martins Antunes
O
esporte radical sempre é levando pro lado ambiental, Fazendo as explorações
naturais, Como: Ar, Água, Neve, Gelo e terra.
O
esporte radical surgiu no final dos anos 80 e no começo dos anos 90,
Considerando um esporte que tenha muita adrenalina para o corpo humano, Mexendo
com os riscos físicos, É um esporte onde exige um bom preparo físico, Condicionamento
físico, Mental, Equipamentos adequados para o esporte e sempre manter uma
alimentação saudável.
MotoCross
é um esporte desportivo, Uma mistura de velocidade e off - Road. As Provas
sempre realizadas em circuitos com muitas curvas e rampa, O circuito sempre tem
que manter uma terra molhada.
Hoje
em dia o MotoCross é um esporte muito radical e bonito de se ver, Mas também
não podemos descartar que o MotoCross é um esporte bem perigoso, Onde acontecem
vários acidentes durante as corridas e eventos da modalidade.
O
MotoCross é um esporte muito radical talvez não fosse uma boa ideia se aplicar
em colégios, A ideia que eu teria é de utilizar materiais alternativos nas
aulas, Reaproveitando as madeiras para fazer rampas e usando bicicletas para utilizar
no lugar das motos. O MotoCross é um esporte muito radical, praticado por pessoas que
gostam mesmo de aventura. Onde se exige muita habilidade física e adrenalina
para o corpo humano, O MotoCross se pratica em terra batida e molhada, com
muitas curvas e rampas.
Referencia
TIROLESA
Professor: Thomaz Henrique Barros de Lima
![]() |
| https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9a/Tirolesa_desde_llegada.jpg |
Esportes radicais são esportes de maior risco e grau de dificuldade, dentre eles a tirolesa que resumidamente é a travessia de um ponto a outro pendurado em um cabo aéreo (Franco 2010). No século XIX, a Província de Trento, pertencente ao Império Austro Húngaro, constituía-se na principal rota de comércio com a Europa Central, ocasionando em decorrência desta característica o início dos conflitos pela unificação da Itália desta região. Junto com as guerras vieram a fome, o excesso de mão de obra camponesa e a falta de emprego, e em face destes problemas muitas famílias resolveram seguir as promessas da legendária América, motivadas pela campanha que o Governo Imperial Brasileiro realizava na Europa para intensificar a imigração e a colonização do país. Incentivados pela família Stenico de Romagnano que estava no Brasil desde 1877, outros seguiram o mesmo caminho. Deixaram o Tirol as famílias: Correr, Forti, Brunelli, Pompermayer, Degasperi, Cristofoletti, Vitti, Mosna e seguiram pra o Brasil. Seguiram para Fazenda Sete Quedas de propriedade do Sr. Visconde de Indaiatuba na cidade de Campinas, na qual, trabalharam sob um regime de parceria. Com o término deste contrato, algumas famílias se mudaram para Piracicaba para trabalharem na Fazenda Monte Alegre e outras se mudaram para a cidade de Rio Claro. Por obra do destino em 1893 as famílias tirolesas se reencontraram novamente em Piracicaba e fundaram o bairro Santa Olímpia e Santana transformando-se em um dos principais núcleos de imigração tirolesa no Brasil e conhecida atualmente como a Colônia Tirolesa de Piracicaba.
A tirolesa é uma atividade esportiva de aventura que consiste em um cabo aéreo ancorado horizontalmente entre dois pontos, pelo qual o aventureiro se desloca através de roldanas conectadas por mosquetões a uma cadeirinha de alpinismo. Tal atividade é difundida pelo mundo todo, e permite ao praticante a emoção de voar por vales contemplando as mais belas paisagens por ângulos diferentes, é uma atividade passiva, que não exige técnica nem condicionamento físico específico do praticante, mas proporciona muita adrenalina, permitindo a prática de maneira segura, inclusive para leigos, que simplesmente senta na cadeirinha e desliza pelo cabo de aço ou corda.
TIPOS DE TIROLESA
Seca, a qual começa em uma plataforma e termina em terra. Molhada, que começa em uma plataforma e termina com queda num lago. Hoje tem mais uma variante da tirolesa, chamado “Fantasticable”, que diferente da tirolesa tradicional, a travessia é feita com o corpo na horizontal, em vez de sentado ou na vertical, permitindo intensificar a sensação de voo. As variantes de comprimento, altura e velocidade a ser atingida, dependem do tipo de Tirolesa que vai ser construída e a sensação que deseja proporcionar aos praticantes. É uma prática que vem crescendo em circuitos turísticos, principalmente por proporcionar um cocktail de emoções e alegria para quem busca nesses sentimentos contato direto com a natureza, aliado a sensação de liberdade e desafio cumprido que essa prática vertical pode oferecer.
EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
Para a sua construção se faz necessário de CORDAS E/OU CABO DE AÇO, dependendo da distancia a ser percorridas, ROLDANAS, MOSQUETÕES E FITAS para ancoragem e back-ups. A tensão da corda é importante para que não se forme uma “barriga” no cabo, o que prejudicaria a trajetória da carga em movimento, podendo detê-la antes do final do curso pretendido. Para a descida o praticante deve usar cadeirinha de rapel, capacete e luvas, conectados à corda ou cabo de aço através de mosquetão, fita expressa e roldanas. Os equipamentos usados são realmente seguros e tem margem de falhas em níveis próximos à zero, já que são utilizados em duplicidade para eliminar qualquer risco de queda. A atividade é monitorada por instrutores. Segundo ABETA- Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de aventura, para praticar a tirolesa é preciso ter os devidos cuidados, e fornece dicas como: Certifique-se de que os equipamentos estão em bom estado de conservação. Questione equipamentos sujos, mal cheirosos ou visivelmente desgastados. Capacete é obrigatório. Cheque seu equipamento e o de seus companheiros (mesmo que mais experientes). Verifique se as fivelas das cadeirinhas e a trava dos mosquetões estão fechadas. Nunca tenha pressa para se equipar. Na dúvida levante suas questões com as pessoas mais experientes e condutores. Use sempre auto seguro duplo (equipamento) e nunca fique solto próximo a locais com risco de queda. Exija uma segurança extra durante. Apenas uma pessoa tencionando a corda embaixo do desnível pode não ser suficiente. Evite malabarismos desnecessários. Ficar de cabeça para baixo, pendular e saltar só compromete a segurança. (ALTA AVENTURA, 2013)
TIROLESA NA ESCOLA
A Direção da Escola Municipal Tancredo Neves, do Bairro São Miguel, em parceria com a Defesa Civil de Ibirama, realizou uma atividade diferente com os estudantes nesta quarta-feira, dia 15: montou uma tirolesa no pátio da instituição. “Dentro do período integral temos diversas modalidades, como handebol, capoeira, futsal, karatê, atletismo e também esportes radicais. A tirolesa montada nas dependências da Escola foi a forma que encontramos para ilustrar este tema e claro, divertir a criançada com segurança, por isso chamamos a Defesa Civil”, explica o Diretor Gregory Kietzer. A atividade foi a maior atração na Instituição e para que todos os alunos pudessem desfrutar, a estrutura foi montada em dois dias. “Fixamos o cabo de aço de quase 50 metros de extensão em um poste na rua e colocamos um grande colchão para amortecer a chegada. Os participantes ainda utilizaram cadeirinha e capacete, tudo para garantir a extrema segurança dos alunos. Ações sociais como esta são importantes para popularizar e disseminar a importância e atuação da Defesa Civil no município”, destaca Fernando Jost, Diretor da Defesa Civil. Nos dois dias, foram realizadas mais de 180 descidas na tirolesa da E. M. Tancredo Neves. (Germano,2015).
Em conclusão, a tirolesa e um esporte de auto risco, e além de ser um esporte radical está inclusa em outros esportes radicais e de aventura, Ela leva uma grande adrenalina para os praticantes e pode ser bem executada na escola tendo os matérias adequados e calculo de descida para evitar acidentes.
REFERÊNCIAS
Alta Aventura 2013, Disponível em: http://www.altaventura.com.br/o-que-e-tirolesa Acesso em 11/05/2016 (Sheyla Germano,2015), Disponível em: http://www.ibirama.sc.gov.br/noticia/1583/tirolesa-no-patio-d
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